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Saúde nas escolas: quiz sobre vape, HPV e preservativo no Rio
Ação da Secretaria estadual de Saúde no Colégio Chico Anysio mostra como falar de prevenção com adolescentes sem sermão e sem tabu.

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro levou ao Colégio Estadual Chico Anysio uma ação de educação em saúde no formato de quiz, testando os conhecimentos dos estudantes sobre cigarro eletrônico, uso de preservativo e vacinação contra o HPV. A iniciativa foi divulgada pela pasta em 28 de agosto de 2026.
A dinâmica trocou a palestra tradicional por perguntas e respostas em linguagem de adolescente — inclusive na chamada, que falava em "farmar aura", gíria usada pela geração para ganhar prestígio. A aposta é simples: quem responde certo aprende e ensina; quem erra descobre na hora o que precisa saber.
Quem é quem nessa conversa
A Secretaria de Estado de Saúde é o órgão que coordena as políticas de saúde pública no território fluminense, da vigilância epidemiológica à oferta de imunizantes na rede do SUS. Ações dentro de escolas estaduais aproximam esse aparato de quem mais precisa de informação preventiva antes que o problema apareça.
A Cruz Vermelha Brasileira — Rio de Janeiro atua na mesma frente por outro caminho. Como parte do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, a instituição trabalha com prevenção, primeiros socorros e educação em saúde comunitária, formando pessoas capazes de agir antes da emergência e de repassar o que aprenderam.
Por que informação é prevenção
Os três temas do quiz têm um ponto em comum: dependem de escolha individual bem informada. O cigarro eletrônico circula entre jovens cercado da ideia de que seria inofensivo, quando é um produto que entrega nicotina e cria dependência. O preservativo segue sendo o método que protege ao mesmo tempo de infecções sexualmente transmissíveis e de gravidez não planejada.
A vacinação contra o HPV, oferecida gratuitamente pelo SUS a adolescentes, é a principal ferramenta de prevenção do câncer de colo do útero e de outros tumores associados ao vírus. Sua eficácia é maior quando aplicada antes do início da vida sexual — por isso a escola é o lugar certo para essa conversa.
A escola como porta de entrada
Falar de saúde no ambiente escolar reduce o constrangimento que muitos jovens sentem em procurar um posto ou um adulto para tirar dúvidas. O formato de jogo desarma o clima de advertência e devolve ao estudante o papel de quem sabe, não de quem é corrigido.
Há ainda um efeito multiplicador conhecido de quem trabalha com educação comunitária: o adolescente que entende o assunto leva a informação para casa, para o grupo de amigos e para as redes sociais. Cada resposta certa vira conteúdo que circula muito além da sala de aula.
Como a Cruz Vermelha entra nessa frente
A Cruz Vermelha do Rio de Janeiro mantém programação permanente de cursos e capacitações abertos ao público, com formação em primeiros socorros e temas de saúde — caminho para quem quer se preparar para agir em casa, no trabalho ou na comunidade.
O cuidado com adolescentes também aparece em outras pautas da instituição, como a mobilização do Setembro Amarelo pela valorização da vida, que trata de saúde mental e escuta.
Serviço
Dúvidas sobre vacinação contra o HPV podem ser levadas a qualquer unidade básica de saúde do SUS, que informa as faixas etárias atendidas e o calendário em vigor. Outras ações e conteúdos de prevenção estão na central de notícias da Cruz Vermelha do Rio.
Com informações de Secretaria de Estado de Saúde do RJ (@saudegovrj), publicadas em 28 de agosto de 2026 — publicação original.
